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terça-feira, 9 de julho de 2013

Entrevista - Fernando Cesar

O paulistano Fernando César, de alguma forma sempre esteve envolvido no meio da música gospel. Ainda pequeno na zona leste de São Paulo gostava de se apresentar em corais montados por sua igreja. Mesmo cheio de disposição não via na música um caminho a ser seguido, preferia se dedicar aos pincéis e aos lápis de cor, um dom artístico que chamava atenção dos adultos na infância. (e blá, blá, blá)
 isso e um pouco mais tem no site dele, depois você passa lá e da uma olhada, mas agora, o que importa é que abrimos a seção de entrevista, ele ele conta e canta pra gente.
se ainda não conhece Fernando César essa é a hora.





O Amor



Brilha em Mim



segunda-feira, 1 de julho de 2013

Temporada de INVERSO

Quem acompanha nossa pagina no Facebook já sabe de algumas novidades do nosso site.
esse é o mês das novidades e o mês da temporada de INVERSO
aqui teremos entrevistas, fofocas, e muito mais do meio gospel brasileiro.

terça-feira, 28 de maio de 2013

Quero viver por ela.

Elis Regina já cantava que ainda somos os mesmos e vivemos como os nossosssss paaaaaaaais, e em outro trecho da musica ela diz ‘hoje eu sei que quem me deu a ideia de uma nova consciência e juventude, ta em casa, guardado por Deus contando vil metal (vil metal que eu sempre cantei FIO DENTAL)’ e olha, nunca foram ditas palavras mais sabias. Na verdade isso já foi dito milhares de vezes e por gente com mais propriedade que a Elis, e não faltam exemplos que comprovem isso.
Tem a Narcisa que herdou um mundo de dinheiro e faz badalo de helicóptero. A Roseane Sarney herdou a política e o Maranhão, oh que beleza! A Fernanda Torres conseguiu ser atriz igual a mãe, e Maria Rita cantora, tbm igual a mãe. Tem filho que herda a padaria dos pais (bejo sabrina), e tbm tem aqueles que herdam as dívidas. A verdade é, nós filhos somos a continuação de nossos pais, e seja la qual for o aspecto da vida, nós vamos refletir nossos pais.
Eu sou abençoado por Deus por ter os pais que Ele me deu. Sou grato por isso. Mas Ele não me deu qualquer mãe, ah não. Eu tinha que nascer desta mulher, tinha que ser criado por ela. E como essa época é dedicada as mães, vou fazer minha homenagem a minha mãe, afinal ela me inspira.
Minha família não é muito comum. Já mudamos dentro da mesma cidade 12 vezes. Só tive escola fixa no primário, pq depois virou festa, uhul. Cachorro? Tive uns dois, mas minha mãe não suportava ver eles subindo nos móveis e sujando a casa. O que ela fazia? Arrumava outro dono pra eles, e me dizia (pra me deixar bolado, só pode) que tinha abandonado eles num riozinho por aí. Tenho 3 irmãos e todos fomos criados do mesmo jeito por ela. Televisão? Só desenho da cultura. Vídeo game, bichinho virtual, desenho da globo, skate, rua, amiguinhos da rua debaixo, carrinho de rolemã, correr atrás do caminhão pra cheirar a fumaça, dormir na casa de qualquer pessoa, cortante em linha de pipa, falar palavrão, dormir no culto, chorar no culto, comer no culto, connnveeeeerrrrrrsssssarrrrrrrr no culto, bater nos irmãos, mentir dizendo que não bateu nos irmãos, comprar pintinho colorido, tirar foto numa ovelha rosa; dentre outras cousas mais, eram abomináveis aos olhos da minha mãe. Lembro de uma vez que ela falou que ia me tirar da escola pq eu perdia tudo. Eu perdia mesmo, e tinha uma menina que jogava minhas coisas no lixo, então todo dia eu voltava pra casa sem alguma coisa. Até o dia que ela amarrou varios lápis com um barbante no estojo. Eu voltei pra casa sem o estojo, aos prantos. Ela não me tirou da escola (droga). Outra vez, resolvi fazer uma boa ação pra um colega da sala. Doei minha lancheira pra ele. Apanhei dela nesse dia. VAI ENTENDER.
Sobrevivi algumas situações com minha mãe que foram desde afogamentos a queimaduras graves. Teve tbm o episodio do dramin que não era dramin, dos meus vômitos constantes que ela me isolou pra não ver, de quando ela me enganava pra tomar banho antes de mim (faz isso até hoje).. é muita coisa pessoal!
Durante um tempo, eu resolvi ser burro, e desrespeitei minha mãe. Fui grosso, inconsequente, e queria que ela fosse igual a outras mães, quando na verdade eu não percebia que a minha era única e eu era privilegiado. Percebi, e hoje nossa relação é a melhor possível! Hoje nós somos muito amigos, temos uma liberdade fora do comum um com o outro, nos entendemos e somos muitos felizessssssssssssssssssssssssss, eeeeee.
Minha mãe levava jeito com a gente. Acho dahora hoje qdo eu vejo mães com filhos pequenos, pq o filho é totalmente dependente da mãe. E a mãe vive pro filho.Quero ser que nem minha mãe com meus filhos, só que pai. Ela viveu e vive por mim e meus irmãos. Quero viver por ela, e retribuir tudo o que ela me deu.
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escrito por Vinicius Lopes, um @ do nestante que não nos enviou foto da mãe!

segunda-feira, 27 de maio de 2013

minha mãezinha....

Olá galera do Nestante. Gostaria de agradecer a vocês pelo convite de escrever aqui no blog na série “conto4conto”, e de modo especial ao meu amigo Mic (@wcalmeida) que foi quem me fez o convite!
Talvez você que está lendo este post não me conhece (muito provável! rs). Meu nome é Newton Prado e dispensarei apresentações, pois sou péssimo em fazê-las! No fim do texto deixarei um link de contato para quem quiser.
Primeiramente gostaria de parabenizar todas as nossas mães pelo dia especial que é dedicado a elas, merecidíssima homenagem! Eu me considero abençoado, porque além de minha mãe biológica possuo duas outras mães, mulheres que ao longo do tempo passei a amá-las e considerá-las carinhosamente como minhas mães.
Mas hoje vou falar sobre minha mãezinha (Verginia). Então chega de blá blá blá e vamos ao que interessa.
Lembro-me de que numa tarde muito quente em meados dos anos 2000, minha mãe e minha tia estavam em casa e atenciosas ao relógio porque minha prima havia saído para fazer um trabalho escolar e já tinha passado do tempo combinado para ela retornar. Ela estava apenas a um quarteirão e meio de onde morávamos e acabou sobrando pra eu ir buscá-la. Subi no meu camelo e fui.
No caminho ao invés de me atentar a rua, fiquei observando um moleque com um estilingue tentando acertar um pássaro indefeso. Com isso eu bati a bicicleta em uma carroça que estava encostada e sucessivamente bati a cabeça no cabeçalho da mesma. Levantei, limpei a poeira, peguei a magrela e continuei meu destino resmungando.
Faltando alguns metros para chegar a casa onde minha prima estava, senti um liquido muito quente escorrendo pela minha cabeça, quando passei a mão e olhei entrei em pânico, dei um cavalo de pau e voltei correndo para casa. Quando cheguei lá atravessei o quintal muito rápido e ouvi minha mãe reclamar para tia Silvana que qualquer dia eu iria me arrebentar andando tão rápido de bicicleta. Quando fui entrando na sala empurrei a porta com a mão suja de sangue para o desespero de minha mãe. Imediatamente ela correu para perto de mim, e eu inocente (rs) imaginei que seria socorrido naquele momento, mas, ela de tão apavorada que estava, cria que eu tinha sido atropelado e me BATIA para que eu dissesse quem foi, se eu tinha anotado a placa do carro e etc. Cena inacreditavelmente cômica!
Depois de tudo isso ela me deu banho e me levou ao pronto-socorro. Lá o doutor fez uma falha em meu cabelo – que havia cortado, dias atrás – do tamanho de uma bolinha de ping-pong pra encontrar um corte que nem precisou de ponto, só um pedaço esparadrapo foi suficiente. Sempre que comentamos da infância aqui em casa nos lembramos desse e outros momentos. E minha prima que eu tinha que buscar? Até hoje eu não me lembro de quem foi buscá-la, mas pela lógica dever ter sido minha tia (rsrs).
Abraço!
Eu e minha mãe: foto do ano passado do dia das mães.





ps.: para os que quiserem contato, eles estão disponíveis em uma coluna em meu blog >> newtonprado.com

segunda-feira, 6 de maio de 2013

A minha mãe...


Dizem que se gritar  ''mãe''  3 vezes no banho, aparece uma mulher trazendo uma toalha pra você, no meu caso é serviço duplo, além da toalha vem uma reclamação de que eu usei todas as toalhas limpas da casa, se minha mãe não fosse esposa, dona de casa e mãe, aposto que ela seria compositora, porque nunca vi tanta criatividade pra errar a letra de uma musica e trocar por outro significado. Minha mãe ama tudo, é bem fácil ''comprar'' ela, só dar um chocolate ou um presentinho e pronto, a raiva vai embora e o sorrizinho aparece no rosto. Depois que minha irmã casou e saiu de casa, restou apenas 3 sobreviventes  (Eu, meu pai e o mais novo cachorro mais lindo do mundo, Bill)e minha mãe. E não tem sido fácil conviver com tanto amor.
Ah, o nome da minha rainha é Maria do Socorro, ela é do piauí, veio morar em goiânia aos 14 anos, conheceu o pão de queijo(meu pai), se casaram tiveram minha irmã, resolveu operar pra não ter mais filhos, mas descobriu que tinha um presente mais lindo do mundo(eu), assim que nasci, operou correndo pra não cometer o mesmo erro.
Eu já passei por vários apertos na frente dos meus amigos, nunca vi gostar tanto de contar meus defeitos, igual minha mãe. Se deixar ela passa o dia todo contando sobre mim (costumo nunca deixar ela sozinha com eles). Minha mãe nasceu pra reclamar, reclama se eu não arrumo minha cama, ela reclama por eu não ter trocado o lençol, se eu troco o lençol ela reclama que eu usei o lençol errado. Vai atender.
Mas fera mesmo, era eu e minha irmã pra escapar do cinto, quando faziamos arte, já nos preparavamos pra surra. Se era eu a arteira minha mãe já vinha gritando ''Thairine, traz o cinto''. Pra minha sorte, minha irmã sempre foi boazinha, e escolhia o cinto mais macio, no meu caso era diferente, sempre fui vingativa. Mas um dia cansada de apanhar sem sentir dor eu reclamei ''Mãe esse cinto não dói''. Pra nunca mais. Não sei como sobrevivi... A melhor desculpa pra não apanhar, era de ajoelhar e fazer oração. Minha mãe sempre esperava, esperava demais e desistia. Ufa, essa foi por pouco.
Mas mãe é uma só, uma joia rara que não se deve guardar no bolso, se as nossas mães soubessem reconhecer o tanto de coisas que já recusamos por elas, o mundo não existiria tanta revolta. Mas não, mãe adora implicar e cobrar sempre mais. E qual a nossa função? Ter toda a paciência do mundo e esperar o bolo de chocolate sair do forno, e ainda elogiar, que é a parte fundamental. Pra ter uma mãe não precisa de dinheiro, uma simples meia suja e palavras carinhosas bastam, não poupe ''eu te amo'', beijos e abraços. Ame-a e cuide, porque mãe não dura pra sempre, mas o tempo que passamos com ela é eterno. Feliz dia das mães pra minha mãe!
familia da +Daniele Martins 

Maria do Socorro - (dona help!)

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Daniele, ou simplesmente Dani, tem 18 anos,
estudante de psicologia, diretora de musica,
e apaixonada por animais, vive em conflito
com a mãe, mesmo reconhecendo que ela
é a melhor mãe do mundo.

domingo, 23 de dezembro de 2012

Reforma!

Todo mundo precisa de mudanças, todos mudamos, e com o Nestante não é/será diferente.
Estamos preparando esse post a muito tempo, e chegou a hora, perto de completarmos 2anos temos muito a agradecer, muito a festejar, e muito pra viver.
No início, erramos apenas alguns amigos, hoje temos todos vocês, sim até você que esta lendo pela primeira vez.
E eu não vou me prolongar muito;
• fechamos para reforma;
• Voltamos no ano que vem com:
  1. Casa nova;
  2. Gente nova;
  3. Conteúdo novo;
  4. Mobilidade;
  5. Parcerias;
  6. Vida Nova.
Lembrando que continuaremos com novidades, e muito mais na nossa fanpage no www.fb.com/nestante_

segunda-feira, 22 de outubro de 2012

A nova Voz

LEIA COM ATENÇÃO
O “The New Voice” é um concurso de música no facebook. O mesmo tem como objetivo revelar e promover os talentos musicais da Igreja Adventista do Sétimo Dia.
Na primeira fase do “The New Voice” o participante terá de enviar um vídeo para o email: thenewvoice.iasd@gmail.com no período de 28/10 a 03/11. O vídeo deverá ser acompanhado das seguintes informações:
Nome:
Idade:

Cidade/Estado:
Profissão:
Cargo na IASD:
Música escolhida:
Por que você deve ser The New Voice?

Os jurados não verão as pessoas, só ouvirão as vozes. A imagem da pessoa só aparecerá faltando 20 segundos para o término do vídeo. Os jurados terão de escolher antes dos 20 segundos. Se mais de um jurado escolher a mesma pessoa, ela terá a oportunidade de escolher em qual time quer ficar. Se somente um jurado escolher, essa pessoa já estará fazendo parte do seu time. (Igual ao The Voice)

As avaliações dos vídeos serão feitas aos domingos e o resultado de cada semana será postado na segunda-feira. Serão avaliados dez vídeos por semana. Lembrando que teremos cinquenta. E cada jurado formará um time de 8 pessoas.

Na segunda fase os participantes que ficarem enviarão outro vídeo para o mesmo email. Os jurados eliminarão 4 integrantes do seu time, os outros 4 irão diretamente para a semifinal.

A semifinal será duelos. Os jurados escolherão as duplas e as músicas. Cada participante gravará um vídeo cantando a música escolhida na sua voz e enviará para o email. Nós editaremos, sincronizaremos e transformaremos a música em um dueto. Dessa fase só passarão 6, os finalistas.

Os finalistas enviarão o último vídeo e o grupo será a aberto para todos, o ‘povo’ é quem escolherá o(a) melhor e então saberemos quem é The New Voice.

*Todos os vídeos deverão ser enviados para o email: thenewvoice.iasd@gmail.com. Não aceitaremos postagens de vídeos no grupo.
 

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Obs: O nestante apenasestá ajudando na divulgação do concurso.
para mais informações: Diego sansi

quarta-feira, 8 de agosto de 2012

Espera


É hoje! Ao acordar, penso na volta de Carolina. Na minha amada e doce namorada. Pego o anel de noivado que está em cima da escrivaninha e coloco no bolso. Ela com certeza gostará da surpresa. 
É hoje! Decidi há uma semana que preciso viajar, tirar minha mente do Pedro. Não é fácil se separar de alguém que trilhou parte do seu caminho. Venho perdendo batalhas diárias no propósito de superá-lo. Passo de carro na frente do novo apartamento dele, mesmo com a minha mente me acusando de traição. As fotos dele estão por todo lado, ainda durmo com a camiseta que ele me deu… Só pode ser masoquismo. 
Chego ao aeroporto, o taxista me ajuda a descer as malas. Estou atrasada, corro pra pegar a fila do check in. No meio do caminho, esbarro em alguém e minha bolsa cai no chão, esparramando o conteúdo: óculos, maquiagem, documentos… 
Carolina não desembarcou. Esperei ansiosamente para que ela surgisse em meio àqueles que retornavam aos seus amados. Mas não consegui ver  nenhuma mecha loira que pertencesse a ela. Não estava na lista de passageiros. Ela poderia ter perdido o vôo, é comum para alguém tão distraída. Apesar disso, fica difícil me conformar. 
Recebo uma mensagem, é dela. Me diz que nunca voltará, que encontrou um lugar e um novo amor. Assim, rápido e cortante. Fico imóvel, incapaz de mover um músculo sequer. Somente os olhos piscam, tentam se livrar das lágrimas apressadas. O estojo no bolso parece pesar uma tonelada. 
Uma hora depois ainda estou no mesmo lugar. Já não há mais choro, apenas o vazio. Sei da necessidade de continuar a vida e é isso que, finalmente, me leva a sair deste estado de inércia. Estou passando pelas portas. 
Alguém esbarra em mim. Uma mulher com cabelos pretos presos e um óculos escuro. 
- Perdão, moça, não a vi. 
- Eu percebi - diz a moça, recolhendo seus pertences. Ajudo com algo, minha mente longe dali. 
Seu passaporte está aberto, a uns poucos metros. Me levanto e vou pegá-lo. Vejo seu nome. 
- Seu nome… 
- Algum problema com o nome "Carolina"? 
- Não, nenhum - respondo, hipnotizado. 
- Ok, obrigada, adeus. 

Sina, destino, alguns crentes podem até dizer que são os astros. Vejo a linda moça partir, mas um calor bom passou pelo meu peito rapidamente. Adeus, Carolina! 

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Agradecimentos:

À equipe do Nestante, pelo convite e pelo apoio. 
Ao meu amigo Isaque Rodrigues, por acreditar em mim e nos meus textos. 
À minha amiga Andréia Andrade, por oferecer material de pesquisa. 
À todos os leitores que acompanharam os relatos destes dois personagens. Obrigada!  
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Divulgação/Facebook

Lisy Muncinelli é:
“Jornalista de alma, fotógrafa em aprendizagem.
Escritora por vocação.”
você encontra ela no:


**Lisy é convidada para  a segunda temporada de CONTO 4 CONTO.

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