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sexta-feira, 2 de agosto de 2013

#Conto4Conto - Uma cartinha...

“Oi, Papai. Saudade de você! Há quanto tempo, não? Sim, conversamos todos os dias, mas ainda estou com saudade, ela não acaba, mas eu sei que não vai demorar muito pra eu estar Contigo, pertinho e pra sempre.
Sabe? Às vezes dá vontade de não esperar mais, aí eu lembro do que me prometeu e vejo quantas promessas já cumpriu. Papai, querido, que segurança me dá! Também penso às vezes que não deveria nem falar Contigo por ter feito coisas que me deixaram tão suja, mas tão suja que Você não suportaria nem me olhar de tanto nojo. Pelo que percebo, também às vezes, não me lembro de algumas coisas importantes...
Esqueço que Você me ama e não leva em conta a sujeira que há em mim quando peço pra Você retirar e que só Você suporta limpar isso tudo. Esqueço que não importa o quanto eu erre, se eu não quiser continuar do mesmo jeito, você entende que eu ainda sinto saudade. Esqueço que sozinha eu só vou me sujar mais, mas contigo, vou querer te abraçar de tão limpa!

Por tudo o que é, o que faz, só posso te oferecer minha gratidão e amor, meu servir, minha adoração. Já que me pede tudo o que tenho, toda a minha vida te dou.



Vem me buscar logo, Papai, está muito ruim ficar por aqui!



De sua filha, com carinho.

Te espero, te temo, te amo.”



Carolina do Prado
Carolina Prado, dezoito anos, Adventista do Sétimo Dia, a semanas de ser editora de vídeo formada, provavelmente futura estudante de Design Gráfico e como consequência futura Video Designer. Perfeccionista sorridente que encontra nas palavras escritas diversão, na música renovação e em Deus guia. Encontrada facilmente em E-mail, Facebook, Twitter e Tumblr.
E-mail carolinaprado@outlook.com
Twitter @cahdoprado
Instagram @cahdoprado
Tumblr bauvermelho.tumblr.com

sexta-feira, 26 de julho de 2013

#Conto4Conto - VIDA

E acaba que, no final, você chega à conclusão, que a vida não presta, não vale à pena.
É que não há nada no mundo que faça ele realmente valer à pena, que os amigos, ainda que verdadeiros, se afastam. Que o amor humano, ainda que verdadeiro, não morre, mas esfria, e às vezes até magoa, machuca, destrói. 
Entende que há uma lista enorme de pessoas falsas, interesseiras, arrogantes, orgulhosas, imorais, mais amigas dos prazeres do que amigas de Deus. E o que é pior, percebe que o seu nome também aparece grafado nessa lista.
Aí você começa a perceber, que na verdade nunca viveu, pelo menos não algo que se possa chamar de 'Vida', que apenas passou os anos empurrando-a com a barriga enquanto estes passavam e você se aproximava, cada dia em maior ritmo, da sepultura, sem nenhum legado suficientemente bom para deixar aqui.
Então, quando você chega nesse pico da vida, cansado de escalar, escalar e escalar, frustrado, por ter apenas chegado em um lugar mais frio e mais pesado do que o anterior, você olha pra baixo e só enxerga a triste e cansativa caminhada, que te trouxe a lugar nenhum. Não existe outra conclusão diferente. Para o que diz que sim, só duas opções: ou é cego, ou ainda está escalando na tola esperança de chegar a um lugar mais agradável, mais ameno do que o atual.
Então começa a fase mais angustiante da vida, Você percebe que, pior do que a imagem da montanha abaixo, só a imagem de que não existe mais montanha pra escalar, de que a esperança, de velha, morreu. Então você clama aos sete ventos, diz que não sabe mais o que fazer, e que já chegou no pico, que não há mais montanha a subir ou qualquer perspectiva de futuro. Até espera uma resposta, mais infelizmente, vento não fala. E enfim encerra o diálogo, elimina o última resto mortal de uma esperança que a tempo não respira. Conclui que o que resta é desistir, se soltar, se jogar nas mãos do vento, para calar, de uma vez por todas o grito de um coração cansado de sofrer. Fecha os olhos e, Pula!
O ar bate no rosto. O vento geme nos ouvidos. Podes até sentir o gelado toque da água no rosto. Começa a já ficar agoniado, por esse chão, esse túmulo que não chega nunca. Mil pensamentos inundam a mente, pensamentos mais gelados que o toque da água. Mas enfim, após tanto tempo, tira um trapo de coragem do fundo do baú e resolve abrir os olhos. É aí que você percebe, que na verdade não estava caindo, mas subindo. Agora já consegue sentir que o vento na verdade o está empurrando pra cima e não somente subindo pra que você desça.
Aí vem a pergunta principal, E esse vento, vem de onde?
Então você olha pra baixo e vê um rosto, um rosto que emana amor, um amor claramente verdadeiro, Um amor que transcende o imaginável, um amor visivelmente perfeito. E entende, que foi esse amor, que há momentos atrás tapou a boca desse rosto, para que ele pudesse enche-la de achar, para soprar o vento que agora te mantém, te eleva, faz respirar novamente uma esperança já morta.
Pra onde vai, não te preocupas, pois a perfeita expressão de amor nesse olhar é suficiente para criar em você a total certeza que está a caminho do melhor lugar do mundo. E que a vida vai apenas começar, pelas mãos de um Deus que tudo pode e, que às vezes mesmo calado, tudo faz.
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Gabriel
Gabriel Ciriaco é estudante mora em Araxá, Integrante do movimento Cartas do Rei, e agora amigo do Nestante.com conheça o em seu perfil no Facebook.

terça-feira, 23 de julho de 2013

Entrevista - Cartas do Rei

divulgação FB
Como todos sabem o especial desse mês com o cartas do rei, ainda não acabou e finalmente chegamos com a entrevista, um pessoal preocupado em ser mensageiro, ou como eles mesmo se chamam "carteiros" do rei.
acompanhe a entrevista que os irmãos Matheus e Jonathas Sant'Ana concedeu pra gente.

1.      NESTANTE - Quem são vocês?
CARTAS DO REI - Matheus e Jonathas de Sant’Ana, irmãos, moramos em Monte Alegre de Goiás, mas nós todos juntos somos um grupo de gente que gosta de escrever coisas sobre o Reino de Deus aqui na Terra e no Lar eterno. Fazemos isso pra nos sentir bem mesmo e também pra espalhar esperança e amor. Temos atualmente mais de 240 membros no grupo. Na administração, somado a nós, o Diego Sansi, o Rafael Lucas, a Mayara Barbosa, a Karol Horsts.

N - De onde surgiu a ideia da comunidade.
CR - Então, esta é uma questão em que de certa forma devemos gratidão ao TweetKM. Este outro grupo que juntou uma galera do Brasil todo fez a gente conhecer algumas pessoas que gostavam de escrever, compor e enfim surgiu a ideia do grupo, numa bela tarde de posts de composições do Diego Sansi sendo postadas no Facebook . O Mário César, o Matheus Sant’Ana e o Diego Sansi apoiaram a ideia e começamos!

N - Como vocês cuidam para que o conteúdo produzido seja  totalmente voltado para as doutrinas bíblicas.
CR - As regras são bem claras. Uma delas é que os textos sejam voltados para os temas bíblicos. Às vezes alguns dos posts fogem à regra. Mas como o objetivo é o livro, o material selecionado passa por este crivo.

N - E por falar em doutrinas bíblicas, aquele que participa do grupo deve participar de uma igreja? É aberta a participação de qualquer um no grupo?
CR - Este é um debate a que não chegamos a uma dada conclusão. Atualmente pessoas de várias denominações participam com  a gente, mas a maioria presente é adventista do sétimo dia, já que é uma corrente em que amigos chamam amigos.

N - Sabemos que vocês já tem conteúdo suficiente para a publicação de mais de um livro, é desejo do  “Cartas do Rei” a publicação do mesmo?! Como vocês pretendem organiza-lo e publica-lo?
CR - Sim, sim! Nós reunimos todo o material produzido pelo pessoal do grupo no ano passado e temos mais de 200 páginas. Estamos em fase de revisão que, por ser um trabalho nosso mesmo, voluntário, concorre com outras das nossas atividades e acaba não sendo tão rápido. Mas já fizemos uma revisão, estamos na segunda e o próximo passo será selecionar os textos sob alguns critérios que estamos definindo e então conseguir alguém que faça a revisão doutrinária, teológica, bíblica. Queremos ter o maior número de pessoas e tipos de texto no livro, que será a primeira edição do projeto.

N - Se houver um leitor do nosso site que deseja participar do grupo, existe essa possibilidade?
CR - Com certeza! Todos são bem vindos e podem entrar em contato pela página ou pelo grupo. Também vamos precisar de recursos financeiros para o prosseguimento literal do projeto do livro, digamos. O leitor daqui pode ajudar nisto também.

N - E por fim deixe uma “carta do rei” para nossos leitores.
CR - Obrigado à galera do Nestante, por podermos partilhar um pouco dos nossos sonhos e dos projetos. Deus fique com a gente e realize todas as ideias que são pro bem das pessoas e do Reino. Bem, acredito que este texto que vai representa muito do que ando pensando e escrevendo. Espero que faça você refletir.

"Pra que a gente corre tanto? Porque a gente não olha mais pro céu? Porque a gente não vê as estrelas brilhando e o pássaro cantando? Porque a gente vive pra gente só? Cadê Deus na gente? Cadê o amor?"

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continue acompanhando o Cartas do Rei pelo Facebook:https://www.facebook.com/cartasdorei

sexta-feira, 19 de julho de 2013

#Conto4Conto: A Batalha!


“No nascer do tempo que não finda, mas se renova, somos convidados (na verdade, intimados) a participar de uma batalha renhida e individual, embora coletiva. Digo individual, pois mesmo sendo parte de um exército, os inimigos a serem vencidos são particulares, embora por vezes semelhantes. Assim sendo, as ferramentas de guerra devem ser também individuais, pois cada componente desse batalhão possui suas particularidades, e não é a eficácia de uma ferramenta manuseada por um batalhador que definirá a utilidade desta para os demais. A armadura utilizada por lutador “A” pode ser inútil para o lutador “B”, acrescento... o armamento utilizado em uma batalha pode não ser a melhor ferramenta para uma outra luta, ainda que seja manuseada pelo mesmo lutador.
A cada renovo desse tempo, nos é apresentado um novo inimigo... uma nova batalha... nosso desafio é escolher a melhor ferramenta para obter os melhores resultados. Porém nem sempre a vitória é caracterizada pelos resultados favoráveis... Por vezes a derrota nos habilita à vitória. Nas lágrimas geradas pela dor das feridas oriundas dessa batalha, podemos encontrar a felicidade de poder sorrir mesmo chorando. Alguns chamam isso de PAZ... eu talvez definiria como FÉ... capacidade de ver além... além da dor... além daquilo que os meus olhos alcançam... além dos meus inimigos a despeito de qual seja a ferramenta utilizada... ver além me possibilita ir além... Sobrevivermos à perda, nos faz viver a beleza trazida pela capacidade de ganhar a vida! Então viva!” 
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Júnior Mattos 
"Júnior Mattos, graduado em Gestão de Recursos Humanos e em Administração de Empresas, jovem desejoso por um mundo melhor. Ama música, amigos família e cinema. Disposto a ser abençoado para abençoar." Integrante do movimento Cartas do Rei, agora amigo do Nestante.com conheça o em seu perfil no Facebook.

terça-feira, 9 de julho de 2013

Entrevista - Fernando Cesar

O paulistano Fernando César, de alguma forma sempre esteve envolvido no meio da música gospel. Ainda pequeno na zona leste de São Paulo gostava de se apresentar em corais montados por sua igreja. Mesmo cheio de disposição não via na música um caminho a ser seguido, preferia se dedicar aos pincéis e aos lápis de cor, um dom artístico que chamava atenção dos adultos na infância. (e blá, blá, blá)
 isso e um pouco mais tem no site dele, depois você passa lá e da uma olhada, mas agora, o que importa é que abrimos a seção de entrevista, ele ele conta e canta pra gente.
se ainda não conhece Fernando César essa é a hora.





O Amor



Brilha em Mim



segunda-feira, 1 de julho de 2013

Temporada de INVERSO

Quem acompanha nossa pagina no Facebook já sabe de algumas novidades do nosso site.
esse é o mês das novidades e o mês da temporada de INVERSO
aqui teremos entrevistas, fofocas, e muito mais do meio gospel brasileiro.

terça-feira, 28 de maio de 2013

Quero viver por ela.

Elis Regina já cantava que ainda somos os mesmos e vivemos como os nossosssss paaaaaaaais, e em outro trecho da musica ela diz ‘hoje eu sei que quem me deu a ideia de uma nova consciência e juventude, ta em casa, guardado por Deus contando vil metal (vil metal que eu sempre cantei FIO DENTAL)’ e olha, nunca foram ditas palavras mais sabias. Na verdade isso já foi dito milhares de vezes e por gente com mais propriedade que a Elis, e não faltam exemplos que comprovem isso.
Tem a Narcisa que herdou um mundo de dinheiro e faz badalo de helicóptero. A Roseane Sarney herdou a política e o Maranhão, oh que beleza! A Fernanda Torres conseguiu ser atriz igual a mãe, e Maria Rita cantora, tbm igual a mãe. Tem filho que herda a padaria dos pais (bejo sabrina), e tbm tem aqueles que herdam as dívidas. A verdade é, nós filhos somos a continuação de nossos pais, e seja la qual for o aspecto da vida, nós vamos refletir nossos pais.
Eu sou abençoado por Deus por ter os pais que Ele me deu. Sou grato por isso. Mas Ele não me deu qualquer mãe, ah não. Eu tinha que nascer desta mulher, tinha que ser criado por ela. E como essa época é dedicada as mães, vou fazer minha homenagem a minha mãe, afinal ela me inspira.
Minha família não é muito comum. Já mudamos dentro da mesma cidade 12 vezes. Só tive escola fixa no primário, pq depois virou festa, uhul. Cachorro? Tive uns dois, mas minha mãe não suportava ver eles subindo nos móveis e sujando a casa. O que ela fazia? Arrumava outro dono pra eles, e me dizia (pra me deixar bolado, só pode) que tinha abandonado eles num riozinho por aí. Tenho 3 irmãos e todos fomos criados do mesmo jeito por ela. Televisão? Só desenho da cultura. Vídeo game, bichinho virtual, desenho da globo, skate, rua, amiguinhos da rua debaixo, carrinho de rolemã, correr atrás do caminhão pra cheirar a fumaça, dormir na casa de qualquer pessoa, cortante em linha de pipa, falar palavrão, dormir no culto, chorar no culto, comer no culto, connnveeeeerrrrrrsssssarrrrrrrr no culto, bater nos irmãos, mentir dizendo que não bateu nos irmãos, comprar pintinho colorido, tirar foto numa ovelha rosa; dentre outras cousas mais, eram abomináveis aos olhos da minha mãe. Lembro de uma vez que ela falou que ia me tirar da escola pq eu perdia tudo. Eu perdia mesmo, e tinha uma menina que jogava minhas coisas no lixo, então todo dia eu voltava pra casa sem alguma coisa. Até o dia que ela amarrou varios lápis com um barbante no estojo. Eu voltei pra casa sem o estojo, aos prantos. Ela não me tirou da escola (droga). Outra vez, resolvi fazer uma boa ação pra um colega da sala. Doei minha lancheira pra ele. Apanhei dela nesse dia. VAI ENTENDER.
Sobrevivi algumas situações com minha mãe que foram desde afogamentos a queimaduras graves. Teve tbm o episodio do dramin que não era dramin, dos meus vômitos constantes que ela me isolou pra não ver, de quando ela me enganava pra tomar banho antes de mim (faz isso até hoje).. é muita coisa pessoal!
Durante um tempo, eu resolvi ser burro, e desrespeitei minha mãe. Fui grosso, inconsequente, e queria que ela fosse igual a outras mães, quando na verdade eu não percebia que a minha era única e eu era privilegiado. Percebi, e hoje nossa relação é a melhor possível! Hoje nós somos muito amigos, temos uma liberdade fora do comum um com o outro, nos entendemos e somos muitos felizessssssssssssssssssssssssss, eeeeee.
Minha mãe levava jeito com a gente. Acho dahora hoje qdo eu vejo mães com filhos pequenos, pq o filho é totalmente dependente da mãe. E a mãe vive pro filho.Quero ser que nem minha mãe com meus filhos, só que pai. Ela viveu e vive por mim e meus irmãos. Quero viver por ela, e retribuir tudo o que ela me deu.
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escrito por Vinicius Lopes, um @ do nestante que não nos enviou foto da mãe!

segunda-feira, 27 de maio de 2013

minha mãezinha....

Olá galera do Nestante. Gostaria de agradecer a vocês pelo convite de escrever aqui no blog na série “conto4conto”, e de modo especial ao meu amigo Mic (@wcalmeida) que foi quem me fez o convite!
Talvez você que está lendo este post não me conhece (muito provável! rs). Meu nome é Newton Prado e dispensarei apresentações, pois sou péssimo em fazê-las! No fim do texto deixarei um link de contato para quem quiser.
Primeiramente gostaria de parabenizar todas as nossas mães pelo dia especial que é dedicado a elas, merecidíssima homenagem! Eu me considero abençoado, porque além de minha mãe biológica possuo duas outras mães, mulheres que ao longo do tempo passei a amá-las e considerá-las carinhosamente como minhas mães.
Mas hoje vou falar sobre minha mãezinha (Verginia). Então chega de blá blá blá e vamos ao que interessa.
Lembro-me de que numa tarde muito quente em meados dos anos 2000, minha mãe e minha tia estavam em casa e atenciosas ao relógio porque minha prima havia saído para fazer um trabalho escolar e já tinha passado do tempo combinado para ela retornar. Ela estava apenas a um quarteirão e meio de onde morávamos e acabou sobrando pra eu ir buscá-la. Subi no meu camelo e fui.
No caminho ao invés de me atentar a rua, fiquei observando um moleque com um estilingue tentando acertar um pássaro indefeso. Com isso eu bati a bicicleta em uma carroça que estava encostada e sucessivamente bati a cabeça no cabeçalho da mesma. Levantei, limpei a poeira, peguei a magrela e continuei meu destino resmungando.
Faltando alguns metros para chegar a casa onde minha prima estava, senti um liquido muito quente escorrendo pela minha cabeça, quando passei a mão e olhei entrei em pânico, dei um cavalo de pau e voltei correndo para casa. Quando cheguei lá atravessei o quintal muito rápido e ouvi minha mãe reclamar para tia Silvana que qualquer dia eu iria me arrebentar andando tão rápido de bicicleta. Quando fui entrando na sala empurrei a porta com a mão suja de sangue para o desespero de minha mãe. Imediatamente ela correu para perto de mim, e eu inocente (rs) imaginei que seria socorrido naquele momento, mas, ela de tão apavorada que estava, cria que eu tinha sido atropelado e me BATIA para que eu dissesse quem foi, se eu tinha anotado a placa do carro e etc. Cena inacreditavelmente cômica!
Depois de tudo isso ela me deu banho e me levou ao pronto-socorro. Lá o doutor fez uma falha em meu cabelo – que havia cortado, dias atrás – do tamanho de uma bolinha de ping-pong pra encontrar um corte que nem precisou de ponto, só um pedaço esparadrapo foi suficiente. Sempre que comentamos da infância aqui em casa nos lembramos desse e outros momentos. E minha prima que eu tinha que buscar? Até hoje eu não me lembro de quem foi buscá-la, mas pela lógica dever ter sido minha tia (rsrs).
Abraço!
Eu e minha mãe: foto do ano passado do dia das mães.





ps.: para os que quiserem contato, eles estão disponíveis em uma coluna em meu blog >> newtonprado.com

segunda-feira, 6 de maio de 2013

A minha mãe...


Dizem que se gritar  ''mãe''  3 vezes no banho, aparece uma mulher trazendo uma toalha pra você, no meu caso é serviço duplo, além da toalha vem uma reclamação de que eu usei todas as toalhas limpas da casa, se minha mãe não fosse esposa, dona de casa e mãe, aposto que ela seria compositora, porque nunca vi tanta criatividade pra errar a letra de uma musica e trocar por outro significado. Minha mãe ama tudo, é bem fácil ''comprar'' ela, só dar um chocolate ou um presentinho e pronto, a raiva vai embora e o sorrizinho aparece no rosto. Depois que minha irmã casou e saiu de casa, restou apenas 3 sobreviventes  (Eu, meu pai e o mais novo cachorro mais lindo do mundo, Bill)e minha mãe. E não tem sido fácil conviver com tanto amor.
Ah, o nome da minha rainha é Maria do Socorro, ela é do piauí, veio morar em goiânia aos 14 anos, conheceu o pão de queijo(meu pai), se casaram tiveram minha irmã, resolveu operar pra não ter mais filhos, mas descobriu que tinha um presente mais lindo do mundo(eu), assim que nasci, operou correndo pra não cometer o mesmo erro.
Eu já passei por vários apertos na frente dos meus amigos, nunca vi gostar tanto de contar meus defeitos, igual minha mãe. Se deixar ela passa o dia todo contando sobre mim (costumo nunca deixar ela sozinha com eles). Minha mãe nasceu pra reclamar, reclama se eu não arrumo minha cama, ela reclama por eu não ter trocado o lençol, se eu troco o lençol ela reclama que eu usei o lençol errado. Vai atender.
Mas fera mesmo, era eu e minha irmã pra escapar do cinto, quando faziamos arte, já nos preparavamos pra surra. Se era eu a arteira minha mãe já vinha gritando ''Thairine, traz o cinto''. Pra minha sorte, minha irmã sempre foi boazinha, e escolhia o cinto mais macio, no meu caso era diferente, sempre fui vingativa. Mas um dia cansada de apanhar sem sentir dor eu reclamei ''Mãe esse cinto não dói''. Pra nunca mais. Não sei como sobrevivi... A melhor desculpa pra não apanhar, era de ajoelhar e fazer oração. Minha mãe sempre esperava, esperava demais e desistia. Ufa, essa foi por pouco.
Mas mãe é uma só, uma joia rara que não se deve guardar no bolso, se as nossas mães soubessem reconhecer o tanto de coisas que já recusamos por elas, o mundo não existiria tanta revolta. Mas não, mãe adora implicar e cobrar sempre mais. E qual a nossa função? Ter toda a paciência do mundo e esperar o bolo de chocolate sair do forno, e ainda elogiar, que é a parte fundamental. Pra ter uma mãe não precisa de dinheiro, uma simples meia suja e palavras carinhosas bastam, não poupe ''eu te amo'', beijos e abraços. Ame-a e cuide, porque mãe não dura pra sempre, mas o tempo que passamos com ela é eterno. Feliz dia das mães pra minha mãe!
familia da +Daniele Martins 

Maria do Socorro - (dona help!)

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Daniele, ou simplesmente Dani, tem 18 anos,
estudante de psicologia, diretora de musica,
e apaixonada por animais, vive em conflito
com a mãe, mesmo reconhecendo que ela
é a melhor mãe do mundo.

domingo, 23 de dezembro de 2012

Reforma!

Todo mundo precisa de mudanças, todos mudamos, e com o Nestante não é/será diferente.
Estamos preparando esse post a muito tempo, e chegou a hora, perto de completarmos 2anos temos muito a agradecer, muito a festejar, e muito pra viver.
No início, erramos apenas alguns amigos, hoje temos todos vocês, sim até você que esta lendo pela primeira vez.
E eu não vou me prolongar muito;
• fechamos para reforma;
• Voltamos no ano que vem com:
  1. Casa nova;
  2. Gente nova;
  3. Conteúdo novo;
  4. Mobilidade;
  5. Parcerias;
  6. Vida Nova.
Lembrando que continuaremos com novidades, e muito mais na nossa fanpage no www.fb.com/nestante_
UA-37135746-1